18 d'abril de 2012
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Dous novos ataques contra a nossa língua

Segundo “A Mesa pola Normalización Lingüística”, num processo de seleção de bolsas para o departamento de Turismo da Câmara Municipal de Redondela, um membro do júri teria ameaçado uma das participantes no concurso com não lhe corrigir a prova se a escrever em galego. A advertência literal teria sido «si haces la prueba en gallego, no te la corregimos».

A candidata supostamente discriminada já apresentou um escrito de reclamação no registo municipal, no qual indicava, entre outras questões, que nas bases da convocatória não se especificava a obrigatoriedade do uso do castelhano. A Mesa também denunciou os factos perante diferentes organismos da administração autonómica e perante a própria Câmara Municipal  redondelana.

A denúncia chegou à Mesa através do seu serviço «linha do galego». Este serviço foi criado em 2007, para atender consultas sobre direitos linguísticos e tramitar queixas em relação às instituições ou empresas que os vulnerarem. É só enviar uma mensagem para o correio electrónico linhadogalego@amesanl.org ou ligar para o 902 106 474.

Por outra parte, o coletivo cultural “Fala Ceibe” denunciou num comunicado que na escola pública Jesús Maestro de Ponferrada se aprovou a eliminação da matéria opcional de língua galega em 1º ano de primário a partir do próximo ano académico. O motivo da supressão seria, segundo a direção da escola, a implementação de uma seção bilingue em inglês.

Fala Ceibe lembra que o ensino voluntário de galego nas escolas do Berzo vem avalado por um convénio para a promoção do galego, assinado em agosto de 2006 entre os governos autónomos galego e castelhano-leonês. Este acordo interautonómico garante a continuidade do ensino do galego “enquanto houver procura social”, condição que se cumpre nesta escola. Fala Ceibe assegura que inglês e galego são compatíveis, pois têm os seus próprios recursos económicos, pessoais e pedagógicos.

Ponferrada, apesar de pertencer ao território berziano que historicamente era de fala asturiana, tem uma importante comunidade galego-falante procedente da Galiza administrativa e dos concelhos limítrofes leoneses.

 

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