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Quase 1,9 milhão votou sim à independência da Catalunha

REVISTA EXAME

Publicado originalmente em 01/12/14

Barcelona – Quase 1,9 milhão de pessoas votou a favor da independência na consulta simbólica organizada na Catalunha, segundo os resultados definitivos anunciados nesta segunda-feira pelo governo regional, após contabilizar os votos emitidos entre os dias 9 e 25 de novembro.

Um total de 2.344.828 pessoas participou da controversa votação sem valor legal que agravou as tensões entre o executivo regional catalão e o governo espanhol.

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Clipping sobre a Independência da Catalunha (em português): Quarta feira, 10 de setembro de 2014

Abaixo mais um Clipping (recull de premsa) com notícias geradas em função do Dia Nacional da Catalunha, que se celebra nesta quinta-feira (11/9), quando está prevista uma manifestação gigantesca em Barcelona em prol da independência. Confiram:

RTP – Rádio Televisão Portuguesa: O V da Catalunha

RTP – Rádio Televisão Portuguesa: Artur Mas diz que “é impossível impedir referendo sobre independência da Catalunha”

Revista EXAME (Brasil): Líder catalão defende desobediência civil em caso de veto

Daily Motion – Vídeo (10:08) e Texto (resumo): Escócia e Catalunha: O tiro pela culatra da política europeia

Rádio Evangelho: Governo espanhol volta a criticar referendo catalão

Jornal de Negócios*: Risco de referendo na Catalunha faz subir juros de Espanha

*Matéria completa só para assinantes

REVISTA EXAME DESTACA PALAVRAS DO PAPA PEDINDO REFLEXÃO A ESCÓCIA E CATALUNHA SOBRE A INDEPENDÊNCIA

A prestigiada revista brasileira de economia, EXAME, repercutiu a entrevista que o jornal conservador catalão LA VANGUARDIA publicou com o Papa Francisco. As palavras do máximo líder espiritual dos católicos no mundo sobre a Escócia e a Catalunha, que preparam referendo sobre seu futuro político este ano, foram no sentido de pedir reflexão aos seus cidadãos. Como se fosse um cientista político, o Papa Francisco arriscou a teorizar sobre as formas pelas quais os países alcançam a independência, sugerindo que umas vias teriam mais justificativa do que outras, mas com uma dose de prudência, afirmou a importância de se analisar caso a caso.No discurso do pontífice, que é o único líder religioso também chefe de um Estado (o Vaticano), está implícito que o futuro dessas nações não está nas mãos de mais ninguém do que nas dos seus respectivos povos, que se convertem, assim, em donos de seus destinos ao ser responsáveis pelas suas decisões e seus atos (livre arbítrio). Na nossa humilde opinião, o Papa acertou ao pedir reflexão diante de uma decisão que pode afetar tão profundamente a vidas dessas pessoas. Mas talvez não enxergou que a legitimidade ou não das escolhas políticas dos povos não se encontra nas argumentações que as sustentam, mas sim nos métodos políticos para alcançá-las. Isto é, o método pacífico e democrático de auscultar a população mediante um referendo.

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