Após longa espera, o Secretário Geral de Política Linguística tornava públicas nas férias do Natal as “Bases para a elaboração do decreto do plurilinguismo no ensino não universitário da Galiza”. Um projeto de decreto que prevê que um terço das aulas sejam dadas em galego, um terço em castelhano e um terço em inglês. Mas, por enquanto, a própria Conselharia de Educação é consciente da inviabilidade de atingir este último objetivo (a maioria do professorado não tem qualquer competência em inglês) polo que marca um período transitório de oito anos “para que os centros educativos e o professorado se incorporem, de maneira progressiva, gradual e voluntária, ao ensino plurilingue”.