Carmels i calçots: un diumenge dolç, divertit i ple d’ensenyaments

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Qui és de Catalunya i viu a Barcelona deu estar acostumat amb les festes religioses o tradicionals de la ciutat i moltes vegades ni se n’adona daquests esdeveniments. Peró per qui és d’un altre país i està interessat en submergir en la cultura i aprendre l’idioma és una oportunitat d’or. Especialment si s’està en família i part daquesta família és catalana, com és el meu cas.

Brasilera, vivint a la ciutat comptal des de fa un més, aquest diumenge de març fou especial. A les 11h del matí vaig sentir un so que venia del carrer. Vaig mirar per la finestra i vaig veure un munt de gent que omplia les boreres per veure passar l’Orquestra Municipal de la Guàrdia Urbana Muntada. Començava aleshores el famós llençament de caramels de la festa de Sant Medir. Continua llegint

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Barcelona vincula caso Neymar ao apoio do clube à independência da Catalunha

UOL ESPORTE

Publicado originalmene em 04/02/15

(AFP) – O presidente do FC Barcelona, Josep Maria Bartomeu, indiciado por suposta fraude fiscal na contratação do brasileiro Neymar, vinculou os problemas judiciais do clube ao apoio do Barça ao processo de independência da região espanhola da Catalunha.

“Estou convencido de que há certos poderes do Estado que não gostaram que Neymar tenha vindo para o Barça ou que o Barça, como clube catalão, tenha participado em certos atos”, afirmou Bartomeu em uma entrevista ao canal regional 8tv.

Vinculado historicamente ao nacionalismo catalão, nos últimos anos o Barcelona cedeu o estádio para a celebração de um concerto a favor da independência, fez com que time B utilizasse um uniforme com as cores da bandeira catalã e vários atletas e dirigentes participaram em protestos separatistas.

“Isto não agradou e se voltou contra o clube. Há uma conta política”, disse o presidente, que repetiu mais uma vez que o “Barcelona não fez nada errado”.

Bartomeu, que pouco depois de assumir o cargo em janeiro de 2014 decidiu pagar 13,5 milhões de euros à Fazenda para regularizar a situação do clube, foi indiciado na terça-feira por não supostamente não pagar 2,845 milhões de euros de impostos correspondentes a um pagamento de cinco milhões feito ao brasileiro no ano passado.

“Isto é exagerado e desmedido”, alegou Bartomeu na entrevista, antes de apontar uma conspiração contra o Barça por seu posicionamento a favor de um referendo separatista na Catalunha ou porque Neymar rejeitou ofertas melhores para jogar pelo clube, em uma referência implícita ao Real Madrid.

A contratação do brasileiro em maio de 2013 se tornou um problema para o clube, acusado pela promotoria espanhola de ter ocultado o preço real da negociação em diversos pagamentos para evitar a tributação da Fazenda.

O clube anunciou o valor de 57 milhões de euros para a transferência, mas a promotoria considera que o custo foi de 86,2 milhões, que, somados aos 12 milhões de euros que o clube teria deixado de pagar em impostos, elevariam a quantia da operação a 94,9 milhões de euros.

A promotoria solicitou ao juiz responsável pelo caso o julgamento do clube e de seu ex-presidente Sandro Rosell, que renunciou em consequência do escândalo, por dois crimes fiscais e um delito societário no caso do ex-dirigente.

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Brams: o movimento catalão que também é uma banda

RTP NOTÍCIAS

Publicado originalmente em 19/01/15

Andreia Martins, RTP

Identificam-se desde os anos 90 como um grupo de rock catalão e a designação não poderia ser mais indicada. Brams é música mas confunde-se muitas vezes com política e ativismo. As letras e os sons que constituem a discografia deste grupo glorificam desde 1990 a emancipação e a luta pelo território.

Em entrevista à edição catalã do El País, o músico Francesc Ribera, mais conhecido por Titot, vocalista que dá a face pela banda desde o lançamento dos primeiros trabalhos, em 1990, fala da experiência pessoal e da luta dos catalães pela afirmação territorial, desde os tempos de escola. Nasceu em Berga em 1967 e iniciou-se nos movimentos políticos em 1985, pelo Movimento de Defesa da Terra.

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Artur Mas convoca eleições antecipadas na Catalunha para 27 de setembro

DIÁRIO DE NOTÍCIAS

Publicado originalmente em 14/01/15

Depois de cinco horas de reunião com Oriol Junqueras, o presidente do governo catalão anunciou que se refez um “pacto de unidade” com a Esquerda Republicana da Catalunha.

“Haverá eleições este ano de 2015″, garantiu Artur Mas diante dos jornalistas reunidos no Palau de la Generalitat, em Barcelona. Segundo o La Vanguardia, a data do escrutínio será 27 de setembro.

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Separatismo ganha força em 2014, mas não o suficiente

JORNAL DO BRASIL

Publicado originalmente em 25/12

Mesmo com avanços, várias regiões não conseguiram independência

Agência ANSA

São vários os motivos pelos quais uma região luta por independência. Questões sociais, culturais, políticas e econômicas se diferenciam em cada caso, mas são essenciais para compreender todos eles. O ano de 2014 foi repleto de movimentos separatistas, porém, apesar de notáveis avanços por parte de alguns povos, a tão esperada independência não foi alcançada pela maioria.

    Os casos mais notáveis de 2014 foram os da Escócia e da Catalunha, que atraíram a atenção internacional por envolverem os influentes Reino Unido e Espanha, respectivamente, e colocarem em xeque a formação da União Europeia (UE).

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Revista ao ano de 2014 (Independência da Catalunha: referendo simbólico)

EURONEWS

Publicado originalmente em 16/12/14

Que as histórias mais a/o marcaram em 2014? A crise na Ucrânia e a anexação da Crimeia pela Rússia, associada à tensão entre Washington e Moscovo que ganharam ecos da Guerra Fria? A guerra na Síria e os ataques suicidas no Iraque? O avanço do autodenominado Estado Islâmico e a execução de reféns divulgada em vídeos pelo grupo radical? O surto do vírus Ébola que matou milhares de pessoas na África Ocidental? No desporto, muitos portugueses querem esquecer a prestação da seleção nacional no Mundial de futebol realizado este ano no Brasil. Há, no entanto, quem considere que este foi um dos melhores campeonatos de sempre. No espaço, destacamos a missão Rosetta. A sonda Philae aterrou na superfície do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko. A missão que representa uma vitória para a Agência Espacial Europeia permitiu dar passo de gigante na história da exploração espacial. A lista não fica por aqui. Participe nesta viagem ao ano de 2014 e dê-nos a sua opinião!

Independência da Catalunha: referendo simbólico

2014 foi um ano importante para os movimentos regionais de independência. Um mês após a Escócia ter votado contra a saída do Reino Unido, no dia 9 de novembro foi a vez de o povo da Catalunha ir às urnas. Mas o referendo catalão foi diferente do escocês: não houve apoio do governo central espanhol. A iniciativa veio do parlamento regional catalão, que anunciou a decisão em dezembro de 2013, após as grandes manifestações pró-independência do ano interior. O referendo foi rejeitado pelo parlamento espanhol em Madrid e suspenso pelo Tribunal Constitucional. Porém, Artur Mas, presidente da região da Catalunha, decidiu manter a votação, que contou com a ajuda de milhares de voluntários. Apesar da ausência de valor legal, cerca de 2,3 milhões de pessoas participaram das quais, 80 por cento apoiou a independência. A Procuradoria Geral do Estado apresentou uma queixa-crime contra Mas e dois outros funcionários da Catalunha por “desobediência, perversão do andamento da justiça e mau uso de recursos públicos”.

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Quase 1,9 milhão votou sim à independência da Catalunha

REVISTA EXAME

Publicado originalmente em 01/12/14

Barcelona – Quase 1,9 milhão de pessoas votou a favor da independência na consulta simbólica organizada na Catalunha, segundo os resultados definitivos anunciados nesta segunda-feira pelo governo regional, após contabilizar os votos emitidos entre os dias 9 e 25 de novembro.

Um total de 2.344.828 pessoas participou da controversa votação sem valor legal que agravou as tensões entre o executivo regional catalão e o governo espanhol.

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Presidente catalão quer independência em 18 meses

EXPRESSO.SAPO

Publicado originalmente em 26/11/14

Artur Mas explicou o seu plano para fazer da Catalunha um Estado soberano. Passa por duas eleições antecipadas, uma delas sem partidos.

Dezoito meses é o tempo de que Artur Mas crê precisar para fazer da Catalunha um país independente. Há que precisar que o prazo deve ser contado a partir da data de umas possível eleições regionais antecipadas, conforme anunciou ontem e reafirmou hoje, no Parlamento da Catalunha, o presidente da Generalitat (governo catalão).

Artur Mas deu uma conferência em Barcelona, terça-feira à noite, para propor aos partidos que defendem a soberania catalã a formação de uma lista conjunta para concorrer a eleições regionais antecipadas. Estas tornar-se-iam uma espécie de substituição do referendo que o Governo espanhol não permite realizar.

Esse ato eleitoral serviria, por isso, para clarificar se os cidadãos da Catalunha querem ou não a independência. “Chegou a hora de utilizar esse instrumento”, afirmou Artur Mas, que até agora tem resistido às pressões de vários partidos para antecipar as regionais, previstas para 2016. “Creio que esta é a melhor opção, mas se houver outras propostas falaremos todos delas”, garantiu hoje no Parlamento regional.

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ARTIGO DE UM OBSERVADOR INTERNACIONAL PORTUGUÊS NO 9N

Resgatamos um artigo de opinião publicado no passado dia 12, no jornal português PÚBLICO, e escrito por Pedro Miguel Cardoso, que foi observador internacional em 9 de Novembro (9N) na consulta simbólica realizada na Catalunha sobre a sua independência da Espanha. Pedro, que é mestre em Ciência Política e Relações Internacionais pela Universidade de Lisboa, traz seu relato sobre os argumentos esgrimidos pos aqueles que são pró e contra dessa questão. Finalmente aponta como o desafio independentista catalão pode se coverter em oportunidade para a Espanha e a própria União Europea para a construção de realidades políticas mais condizentes com as demandas e anseios dos seus cidadãos.

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Por que não pode a Catalunha votar?

Artur Mas

JORNAL PÚBLICO

Publicado originalmente em 24/11/2014

Não estamos a pedir que apoiem o “sim” ou o “não”, mas apenas que o nosso direito a votar seja reconhecido.

O direito ao voto é um dos direitos mais valorizados por qualquer democracia. Todos os outros direitos são mais ou menos consequência da oportunidade que é dada aos cidadãos para expressar a sua opinião acerca de questões importantes, através dos seus votos.

Na Catalunha há uma abrangente maioria de cidadãos que quer votar e decidir o futuro político deste território no que respeita a continuar parte de Espanha ou tornar-se um Estado independente. Por esta razão, a 9 de Novembro, 2.305.290 pessoas votaram num processo participativo único e exemplar. Foi único porque teve lugar, apesar da oposição clara do Governo espanhol. Único também porque foi realizado durante um ciberataque profissional com intenções políticas claras e que também colocou em risco os serviços básicos prestados aos cidadãos pelo governo catalão. E único porque o Governo espanhol tentou, por todos os meios possíveis, afugentar os cidadãos de votar através de ameaças legais.

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Espanha criminaliza presidente da Catalunha como estratégia para descarrilar processo de independência

Ao invés de dialogar, o governo da Espanha tomou uma decisão que deve deteriorar ainda mais a relação com a Catalunha, que pleiteia o direito de decidir sobre a independência de forma legal. Ontem, o Fiscal Geral do Estado apresentou uma denúncia ao Tribunal Superior de Justiça da Catalunha (TSJC) contra o presidente desta Comunidade Autônoma, Artur Mas. Também são alvo da denúncia a vice-presidente catalã, Joana Ortega, e a conselheira de educação Irene Rigau.

Os três estão sendo imputados pela organização da votação simbólica sobre a soberania da Catalunha ocorrida no último dia 9 de novembro (9-N), quando 2,3 milhões de catalães votaram, em escolas públicas, e 1,8 milhão manifestaram a vontade de ter um estado independente.

Mas, Ortega e Rigau estão sendo acusados de desobediência grave, prevaricação, malversação de fundos públicos e usurpação de funções. Isso porque a consulta havia sido suspendida cautelarmente dias antes pelo Tribunal Constitucional a pedido do presidente da Espanha, Mariano Rajoy. Para cada um dos crimes citados, há punições que vão de multas, inabilitação para o exercício de cargos públicos a prisão de até 6 anos.

No entanto, os fiscais da Catalunha não viam inicialmente indícios claros de crime, nem a pertinência da utilização da persecução penal para tratar desse assunto político. Algumas questões técnicas enfraquezem a denúnica. Como que uma suspensão cautelar do TC não significa que uma lei seja ainda declaradamente ilegal. Nem que uma providência desse tribunal político possa ser considerada jurídicamente uma ordem, para pode configurar-se logo a desobediência. Continua llegint

Dois milhões de Catalães desafiam a Espanha e votam por um Estado próprio

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Os catalães protagonizaram no domingo, 9 de novembro (9N), uma grande rebelião, em ambiente cívico e festivo, diante do Governo da Espanha. Mais de 2,3 milhões de pessoas ignoraram a proibição do Tribunal Constitucional contra o referendo simbólico sobre a independência da Catalunha e depositaram nas urnas espalhadas por todas as cidades da região votos, manifestando para o mundo que têm o direito a decidir sobre o seu futuro. O que chamou mais atenção é que não houve conflito nas ruas, nem atuação policial para reprimir a organização do evento.

Pelos cálculos iniciais dos organizadores do 9N, o Sim-Sim, que significa o desejo de ter um estado próprio e que seja independente da Espanha venceu com 80,8%, o que representa 1,86 milhão de votos. Outros 10,1%  (232 mil votos) manifestaram-se pelo Sim-Não: a favor que a Catalunha se constitua como um estado próprio, mas sem sair da Espanha. Enquanto 4,5% (104 mil votos) externaram o Não categórico. Ou seja, sua oposição a alterar o status quo atual de Catalunha como Comunidade Autônoma dentro da Espanha. Os 4,6% restantes votaram em branco ou nulo. Continua llegint

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Engajados no processo catalão, brasileiros também votam sobre independência

BBC BRASIL

Publicado originalmente em 08/11/14

Liana Aguiar De Barcelona para a BBC Brasil

Os preparativos para o processo participativo sobre a independência da Catalunha, neste domingo, continuam a todo vapor, apesar de o processo ter sido suspenso pelo Tribunal Constitucional na terça-feira (4). Na quinta-feira (6), o Tribunal Supremo manteve o recurso do governo espanhol contra a consulta.

O líder do governo catalão, Artur Mas, garante que a votação será realizada. A decisão de promover um processo participativo não-vinculante foi tomada após o decreto de uma consulta popular ter sido suspenso pela Justiça.

A votação conta com um fato curioso: a participação de imigrantes, incluindo brasileiros. A comunidade imigrante representa 16% da população da Catalunha, o que equivale a cerca de 1,1 milhão de pessoas. Destes, quase 20 mil são brasileiros, segundo o Instituto de Estatística da Catalunha (Idescat).

A campanha “Nosaltres també decidim” (Nós também decidimos), da Assembleia Nacional Catalã (ANC), foi uma das ações criadas para estimular a participação dos estrangeiros que vivem em Barcelona e adjacências. Em 14 vídeos, imigrantes de várias  origens, inclusive uma brasileira, explicam porque vão votar no domingo. Continua llegint

Catalunha vota sobre a independência no domingo, desafiando governo espanhol

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Ignorando a proibição do Tribunal Constitucional Espanhol (TC), o Governo da Catalunha e Assembleia Nacional Catalã i Òmnium Cultural – entidades da sociedade civil – mantém para o próximo domingo, 9 de novembro, a realização do referendo que perguntará aos catalães se concordam ou não com a independência.
O conselheiro da presidência do governo da Catalunha, Francesc Homs, declarou na terça-feira, 4 de novembro, após o TC proibir, pela segunda vez, que a votação seja realizada, que “tudo está pronto” para o processo participativo de 9 de novembro, que “será mantido” para “garantir a liberdade de expressão”. Continua llegint

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Mais de 100 mil pessoas voltam a pedir a independência da Catalunha

TVi24

Publicado originalmente em 19/10/14

Assembleia Nacional Catalã exigiu eleições plebiscitárias dentro de três meses

 A Assembleia Nacional Catalã (ANC) exigiu, este domingo, que Artur Mas, o presidente do Governo da Catalunha, convoque eleições plebiscitárias dentro de três meses, com o objetivo de formar um Parlamento com mandato único que declare a independência da região espanhola. Continua llegint